terça-feira, 19 de agosto de 2014

É apenas um pouco de loucura, não fraqueza

E mesmo em meio a um mar de textos e teorias pendentes, cá estou, borbulhando em palavras. Ultimamente não se pode mais falar de assuntos do coração, isso se tornou fraqueza, e fraqueza não se expõe, omite. Quanta opressão, não?! Entretanto estou aqui para dizer de mim, não por drama, mas por real necessidade de organizar toda essa loucura.
Desde que minha mãe faleceu as coisas estão assim, meio “viradas”, se adaptando a cada dia, sendo o que deve ser... A cada fase da minha vida, uma nova adaptação, novas estratégias. Nos primeiros anos as adaptações estavam voltadas ao meu cuidado, o que fazer e o que não fazer para me cuidar sozinha. Quando comecei a namorar, as adaptações voltaram-se para as primeiras experiências e ao convívio com outra pessoa. Hoje tenho tentado me adaptar quanto ao curso de vida, relacionado ao inicio das experiências profissionais e área de atuação, a Terapia Ocupacional têm me dado novas perspectivas, novos olhares e eu adoro, isso faz meus olhos brilharem MUITO! Penso também e me preocupo com os próximos passos da vida pessoal, como meu próprio carro, casa, casamento, filhos... Uma série de coisas que despertam a saudade dos conselhos de mãe, tão esclarecedores, tão cuidadosos...  São insubstituíveis!Sei que sempre precisarei me adaptar, encontrar meus próprio meios, sei também que esta fase atual vai passar e eu vou falar novamente que me adaptei...


Para minha própria reflexão fico com Nise da Silveira.

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