sábado, 26 de fevereiro de 2011

Maybe, don't have so much life here!



“... são memórias tão reais
Do que nunca aconteceu.
Desenhei miragens tolas
Nas margens do seu deserto
E uma verdade impossível
Só pra ter você por perto.”


  Eu fico aqui, pensando em como seria se a minha mãe estivesse aqui. Como seria apresentar meu primeiro namorado. Qual seria o prazer de contar pra ela que agora sou professora de inglês em um cursinho.
  Enfim, como seria se nada tivesse acontecido como aconteceu em 2009.
  Como Samuel Rosa canta por mim, tenho memórias muito reais do que nunca pode acontecer, e fico então desenhando a vida com ela, em um cenário sem cor, mas com memórias lindas para mantê-la sempre por perto.


  "Eu busco às vezes nos detalhes encontrar você." 
  Em pequenas coisas, consigo encontrá-la, encontro aconchego, enfim... Encontro vida onde não há mais.
  Posso encontrar coisas que me dêem a essência dela, mas a vida de verdade, já não tem tanta vida assim.








quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Stupid heart

                    
   Não posso aceitar isso como sentimento, não dá!
   Coração que tem sina por almas estranhas, almas que podem entristecer pessoas próximas.
   Acredito na versão "O amor é cego", mas sou mais devota da versão " O coração é burro e não sabe escolher."
  Não posso dizer que essa ansiedade e frio na barriga sejam sintomas de um grande amor, mas posso afirmar que talvez seja o início de uma paixonite  não muito saudável, ou quem sabe, saudável até demais...
  Vai saber!

  "... Passa o dia, passa a noite tô apaixonado


Coração no peito sofre sem você do lado..."